Por conta de um comentário do maridão, hoje eu resolvi colocar de vez o blog em prática.
Perdi meu cartão de banco há alguns dias e fiquei culpando ele, dizendo que foi o último a usar o fatídico. Eu e minha memória...
Encontrei o bendito cartão no restaurante em frente ao trabalho, que não almoçava há mais de uma semana. Ainda bem que a moça do caixa é honesta e guardou para mim até hoje... Rs
Quando fui falar com o marido, a frase dele me fez sentir saudade: "Se sua avó estivesse viva eu ia à Vitória te devolver...".
Ele sempre brincava assim com ela, dizendo que ia me devolver quando eu o aborrecesse. Uma das vezes, inclusive, a vovó ficou brava e disse que era para ele me devolver mesmo, porque ela sentia muita falta de sua companheira.
Unir isso ao fato de que esse mês completa um ano que a vi pela última vez, um ano que ela se foi e que eu senti uma dor imensa pela falta dela, além de saber que não veria a minha filha, algo que ela tanto desejava, realmente me fez chorar.
Zoé (Zuzu como eu gostava de chama-la) era uma mulher extremamente especial. Inesquecível em todos os atos, principalmente os de mãe e avó prestimosa. Enquanto escrevo esse post não tenho como conter as lágrimas, porque sou chorona por natureza e porque o amor que sinto por essa avó é realmente difícil de explicar.
Talvez eu sinta que faltou algo a dizer ou a expressar enquanto ela vivia, sinto que os 84 anos bem vividos dela ainda foram pouco perto daquilo que eu almejava que passassemos juntas. Não sei...
Sei apenas que a saudade está cada dia maior, apesar de ter certeza que esse foi o momento que o Senhor escolheu e que, sem dúvida, foi o melhor para ela. E não posso deixar de dizer que não vai cessar fácil essa dorzinha que sinto lá no coração quando lembro que ela não está mais aqui para dar essas gargalhadas comigo e com o marido.
Perdi meu cartão de banco há alguns dias e fiquei culpando ele, dizendo que foi o último a usar o fatídico. Eu e minha memória...
Encontrei o bendito cartão no restaurante em frente ao trabalho, que não almoçava há mais de uma semana. Ainda bem que a moça do caixa é honesta e guardou para mim até hoje... Rs
Quando fui falar com o marido, a frase dele me fez sentir saudade: "Se sua avó estivesse viva eu ia à Vitória te devolver...".
Ele sempre brincava assim com ela, dizendo que ia me devolver quando eu o aborrecesse. Uma das vezes, inclusive, a vovó ficou brava e disse que era para ele me devolver mesmo, porque ela sentia muita falta de sua companheira.
Unir isso ao fato de que esse mês completa um ano que a vi pela última vez, um ano que ela se foi e que eu senti uma dor imensa pela falta dela, além de saber que não veria a minha filha, algo que ela tanto desejava, realmente me fez chorar.
Zoé (Zuzu como eu gostava de chama-la) era uma mulher extremamente especial. Inesquecível em todos os atos, principalmente os de mãe e avó prestimosa. Enquanto escrevo esse post não tenho como conter as lágrimas, porque sou chorona por natureza e porque o amor que sinto por essa avó é realmente difícil de explicar.
Talvez eu sinta que faltou algo a dizer ou a expressar enquanto ela vivia, sinto que os 84 anos bem vividos dela ainda foram pouco perto daquilo que eu almejava que passassemos juntas. Não sei...
Sei apenas que a saudade está cada dia maior, apesar de ter certeza que esse foi o momento que o Senhor escolheu e que, sem dúvida, foi o melhor para ela. E não posso deixar de dizer que não vai cessar fácil essa dorzinha que sinto lá no coração quando lembro que ela não está mais aqui para dar essas gargalhadas comigo e com o marido.